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Nesta terça-feira (25)
completou-se 3 meses que a balsa do Rio Xingu, está paralisada. A medida foi
adotada como prevenção e combate ao avanço do corona vírus (COVID 19) em MT.
As embarcações ligam o Nortão do
estado à região do Norte Araguaia pela MT-322. Quem administra as balsas, são
os próprios índios que fazem rodizio.
Quem utiliza balsa para fazer
transportes de grãos e de gado, o prejuízo econômico está alto, de acordo com
informações de um produtor rural de Confresa, com a paralização da embarcação,
os caminhos e carros estão precisando dar uma volta de cerca de mil km.
De acordo com o secretário de
Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, foram tentados
alguns acordos junto às lideranças indígenas para a manutenção do serviço, com
horários reduzidos e com a adoção das medidas de prevenção cabíveis, de forma a
não prejudicar o deslocamento das pessoas nestes locais, muitas delas da
própria região.
Porém, os índios insistiram em
parar as operações. “O funcionamento da embarcação é dos índios e o Estado não
tem objeções quanto a essa questão. Como os índios insistiram em suspender as
atividades, coube a nós acatar o pedido deles”, explicou o secretário.
Outras balsas
Apesar da suspensão das operações
da balsa sobre o rio Xingu, as demais operações de transporte hidroviário em
Mato Grosso seguem normalmente, com a adoção de medidas de prevenção ao corona
vírus. Continuam operando as balsas que fazem a travessia sobre os rios Arinos,
Verde, Juruena, Teles Pires, Apiacás e Rooselvelt.
Agência da Notícia

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