Narra o Boletim de Ocorrências
(BO) que o promotor está internado em uma ala clínica do Hospital Regional de
Sinop, para onde foi transferido de Guarantã do Norte. Ele estava sob efeitos
de sedativos para conter a agressividade que estava apresentando e era
acompanhado por dois policiais militares.
Em certo momento, o efeito dos
medicamentos passou e o promotor soltou as amarras que o prendiam a maca. Ele
levantou do local e começou a ter um comportamento agressivo, estava evasivo e
continuava com diálogos sem sentido na unidade de saúde. Outros dois PMs foram
acionados para auxiliar a conter Fábio.
Além dos policiais, enfermeiros
também foram necessários para segurá-lo. Depois, o promotor foi deitado na
maca, onde os militares tiveram de imobilizar os seus braços e pernas. Foi
necessário algemar o homem para que o sedativo fosse administrado. Também foram
aplicados medicamentos diretamente na veia de Fábio.
O promotor só adormeceu por volta
das 04h30, quando os sedativos começaram a fazer efeito. Dois policiais
continuaram no local para garantir a segurança do promotor e também da equipe
de enfermagem. A suspeita é que Fabio esteja passando por um surto psicótico.
Na madrugada deste domingo (02),
ele foi acusado de ameaçar hóspedes de um hotel da cidade e jogar água em um
deles. Já na parte da manhã, o suspeito ainda teria quebrado o vidro de uma
emissora de TV do município. Ele ficou ferido na perna por conta do fato.
Antes, o promotor envolveu-se em
confusão com a Polícia Militar, em uma rodovia nas proximidades de Peixoto de
Azevedo. Segundo o relato, o membro do Ministério Público Estadual (MPE)
estaria alcoolizado e desafiou o policial que o abordou, arrancando-lhe o boné
da cabeça. Ele não foi preso por possuir prerrogativa de foro.
Olhar Direto Wesley Santiago
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Todos os recados postados neste mural são de inteira responsabilidade do autor, os recados que não estiverem de acordo com as normas de éticas serão vetado por conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros.