Conduzido a Delegacia de
Comodoro, o suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de atentado contra a
segurança de transporte aéreo, uma vez que estava com a habilitação vencida e
pilotava uma aeronave diferente para qual era habilitado .
A Polícia Judiciária Civil de
Comodoro (644 km a Oeste) continua os trabalhos para apurar a conduta do
piloto, Max Johnny Saraiva Silva Melo, 33, detido pela Polícia Militar na
sexta-feira (24.03), após fazer um pouso forçado na pista particular de uma
empresa, no município de Campos de Júlio (553 km a Noroeste).
Conduzido a Delegacia de
Comodoro, o suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de atentado contra a
segurança de transporte aéreo, uma vez que estava com a habilitação vencida e
pilotava uma aeronave diferente para qual era habilitado.
A detenção do suspeito aconteceu,
na sexta-feira (24) após policiais militares serem acionados sobre o pouso sem
autorização do avião bimotor pilotado pelo suspeito, na pista particular de uma
empresa em Campos de Júlio. Em revista na aeronave, os policiais militares
encontraram pedaços de lona preta, que levantaram a suspeita de que o avião era
usado para transporte de entorpecentes, porém nenhuma droga foi apreendida.
Questionado, o piloto afirmou que
precisou fazer um pouso forçado, mas apresentou diversas contradições sobre de
onde vinha, e sobre o que ou quem transportava no veículo aéreo. Em checagem no
sistema, foi constatado que o avião estava em situação regular e a venda.
Em relação ao suspeito, foi
verificado que a sua habilitação estava com a validade vencida e era para
aeronaves monomotor, diversificando da qual ele pilotava.
O suspeito foi conduzido a
Delegacia de Comodoro, onde foi apresentado ao delegado plantonista, Carlos
Augusto do Prado Bock, que requisitou a perícia da aeronave. Em interrogatório,
o suspeito apresentou a versão de que vinha de Juara para Cuiabá, onde faria a
manutenção da aeronave, porém novamente não soube responder algumas perguntas e
apresentou contradições.
Diante da situação, o suspeito
foi autuado em flagrante pelo crime de atentado contra a segurança de
transporte aéreo. O crime é inafiançável e o flagrante foi encaminhado a
Justiça Federal de Cáceres.
O delegado de Comodoro, Gilson
Silveira do Carmo, assume o caso e aguarda o resultado da perícia no avião para
dar continuidade as investigações.
24horasnews.
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