Na corrente estava sendo
transmitida a imagem do fotógrafo e um áudio de um advogado explicando que
estava a caminho do Tribunal de Justiça para receber um salvo conduto, quando
se pede uma soltura em habeas corpus a alguém que está com o mandado de prisão
preventiva em aberto.
No entanto, o Reginaldo da Silva
em questão que teria sido preso não é o fotógrafo. Temendo pela própria
segurança, o fotógrafo registrou Boletim de Ocorrência para se resguardar. Ou
seja, foi usado apenas o nome de um homônimo para confundir usuários do
aplicativo Whatsapp.
“Eu moro em Cuiabá e apesar de
não ter nenhuma ligação com Lucas do Rio Verde fiquei muito preocupado. Esse
áudio com a falsa acusação começou a se espalhar em grupos de Whatsapp. Eu
poderia ser identificado por alguém e até ser linchado quando na verdade sou
inocente”, disse.
De acordo com o fotógrafo, foi
uma brincadeira feita por amigos em um grupo de Whatsapp já devidamente
identificado. Diante da situação, ele considera lamentável o episódio.
“Foi uma brincadeira de péssimo
gosto. Isso não se faz com ninguém. Mas fica a lição de coibir esses perigos da
boataria da Internet e Whatsapp”, concluiu.
Confira como a falsa notícia
circulava no Whatsapp.
| Rafael Costa, repórter do GD |
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