De acordo com a Polícia Civil,
a mulher registrou boletim de
ocorrência, na terça-feira (14), comunicando que tinha sido sequestrada no dia
7 de fevereiro, permanecido por sete dias em cárcere e no cativeiro dado a luz
ao bebê da gravidez de cerca de 9 meses.
O caso foi encaminhado ao GCCO,
que desde o início desconfiava da história, até que exames médicos confirmaram
a falsa gravidez. O delegado, Diogo Santana, depois de ouvir a mulher, informou
que ela também tinha enganado o marido, alegando que inventou a gravidez e toda
a história para não acabar com o casamento, inclusive, mandando foto de
ultrassom de grávida como se fosse dela.
A ocorrência, inicialmente, foi
atendida pela Polícia Militar, que acionada encontrou a mulher no terminal
rodoviário, acompanhada do marido e da irmã. O marido contou aos policiais que
no dia 7 havia deixado a companheira na Santa Casa da Misericórdia de
Rondonópolis (212 km ao Sul), onde
realizaria o parto.
No boletim de ocorrência consta
informação de que uma mulher loira, teria se aproximado dela, iniciado conversa
sobre a gestação, sexo da criança e se o parto seria cesária ou normal. Em
seguida, um casal apareceu e, após, algum tempo oferecido água, quando passou a
sentir sonolenta e teria sido colocada dentro de um veículo. Depois desse fato,
segundo a mulher, veio a acordar em uma residência, da qual não sabia o
endereço. Na casa foi deitada sobre uma maca e induzida ao parto normal.
A mulher ainda narra, que após o
parto, sob ameaças, entrou em contato com o marido dizendo que teve
complicações no parto e que teriam que ir até Cuiabá, onde lhe entregariam a
criança. Ela conta que foi abandonada perto de um supermercado, nas
proximidades do terminal rodoviário.
Procurada pelo Olhar Direto, a
assessoria da Santa Casa informou que a mulher não tinha parto nenhum marcado.
Fonte: Olhar Direto
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