Uma família de Chihuahua, no
México, ficou chocada quando o avô Miguel Angel Gomar De Luna, de 74 anos, foi
encontrado pelos policiais meses depois "do corpo dele" ter sido
cremado. Ele havia escapado de uma casa de repouso, foi a um bar, dormiu na rua
e passou dias pedindo dinheiro na rua para comprar mais bebida.
De acordo com o jornal britânico
Mirror, após meses de procura em pleno inverno, os oficiais chamaram a família
e disseram que haviam encontrado um corpo em decomposição com uma descrição
parecida com a do desaparecido.
Sua filha, Lucero Gomar Ramos,
viu as imagens do cadáver, mas o corpo estava em um estado tão ruim que ela
lutou para reconhecer o pai. Segundo Lucero, se ela não confirmasse que aquele
era Miguel, os oficiais não poderiam liberá-lo à família, forçando-a a assinar
documentos confirmando a morte dele.
Dias depois, um funeral foi
realizado para Miguel. O corpo foi cremado, e as cinzas entregues à família.
Porém, em 24 de fevereiro deste ano, dois meses após o enterro, a família
recebeu outra ligação dizendo que Miguel tinha sido encontrado vivo.
Ele voltou bêbado para casa, com
ataduras em volta da cabeça – de lesões desconhecidas, sofridas durante o tempo
em que não estava sóbrio. Um vídeo da reunião mostra que Miguel balbuciava
palavras dizendo: "Eles pensaram que eu estava morto, mas eu simplesmente
caminhava e caminhava".
"Imagine nossa surpresa
quando a polícia disse que o haviam localizado na rua. Não podia acreditar. Nós
pensamos que ele tinha ido embora”, disse Lucero. Não se sabe quem era o corpo
confundido com Miguel. A família agora enfrenta uma batalha para conquistar de
volta a identidade dele, já que ele foi legalmente declarado morto.
IG
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