Carro usado na fuga foi encontrado em Nova Mutum. Os crimes teriam sido cometidos por ciúme.
KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO |
Arquivo pessoal
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Mulher tinha 18 anos e a filha do casal, que sobreviveu, 4 meses. Nilson foi criado como filho pelo tio;
Pode estar em Nova Mutum, interior de Mato Grosso, o foragido da Polícia Nilson Brito Neuburg, de 23 anos, acusado de matar o pai adotivo (tio biológico) e a esposa, de apenas 18, no dia 12 de dezembro deste ano, no interior do Paraná. Antes de fugir, Nilson também teria deixado a filha de apenas quatro meses, sozinha em uma casa abandonada.
O motivo do crime, conforme Nilson alegou a familiares pelo Whatsapp, era ciúme. "Matei meus dois amores", teria confidenciado. Há indícios de que ele batia na mulher, mas o ciúme do acusado seria infundado e Carlos, presbítero evangélico na cidade, não teria um “caso” ou “romance” com a nora.
O carro que teria sido usado para a fuga do suposto assassino foi encontrado em Nova
Mutum.O carro é um Uno azul, placas HCU 7983, de Nova Cantu, no Paraná, onde os crimes foram cometidos.
Nas redes sociais a família, com sede de Justiça, caça Nilson e pede ajuda através de informações.
O CRIME
A versão inicial que a Polícia sustenta, conforme parentes do acusado, é a de que ele matou a esposa, Áurea Aparecida, com facadas e tiros, e levou o corpo no carro do pai adotivo, Carlos Guido Linhares, 52, junto com a bebê. Acontece que acabou o combustível a cerca de 15 quilômetros do sítio onde o casal morava com a criança. Da estrada, que liga Nova Cantu a Campina da Lagoa, Nilson teria ligado para o pai, Carlos, pedindo ajuda.
Um parente informou ao
que Carlos era “doido” com a neta e foi atender ao chamado do filho imediatamente. Chegando lá, teria visto a mulher esfaqueada em todo o corpo, sendo também atingido por disparos nas costas e peito.
O motivo do crime, conforme Nilson alegou a familiares pelo Whatsapp, era ciúme. "Matei meus dois amores", teria confidenciado. Há indícios de que ele batia na mulher, mas o ciúme do acusado seria infundado e Carlos, presbítero evangélico na cidade, não teria um “caso” com a nora. O delegado que investiga o caso, Luiz Alves, também não tem provas de qualquer romance entre eles. "Isso ainda não está bem encaixado", comentou com o
, por telefone.
O delegado destaca que o acusado não tem passagem policial e em casos de crimes passional geralmente é assim. "A pessoa perde a cabeça e acaba acabando com a vida de terceiros e a própria vida".
Após os assassinatos, Nilson teria deixado a filha em uma casa abandonada, onde ela foi encontrada com vida e passa bem, sem lesões.
Embora seja foragido, ainda não há mandado de prisão em aberto contra Nilson expedido pela Justiça, mas a Polícia Civil vai pedir.
O inquérito do duplo homicídio ainda está em curso.
Arquivo pessoal
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