O suspeito E.N.S, 31 anos,
nascido em Alta Floresta, teria molestado a criança ao menos duas vezes, até
que a mãe da vítima descobriu e denunciou o caso à Polícia Civil pelo fato
ocorrido no dia 24 de novembro de 2018, na casa da avó da criança.
O delegado Carlos Francisco de
Moraes disse que assim que houve a denúncia foram colhidos os primeiros
elementos de informação acerca dos fatos e suas das circunstancias, inclusive
representou pela produção antecipada de prova, conforme previsão do artigo 11,
§ 1o inciso II da Lei 13.341/2017, sendo prontamente adotadas pelos Poder
Judiciário as providencias para realização do depoimento especial da criança
A audiência contou com a
participação do investigado E.N.S, autoridade policial, defensor público,
promotor de justiça, juiz da Vara Criminal, psicóloga e outros funcionários do
Poder Judiciário.
A vítima relatou que o tio (irmão
de seu pai) começou a conversar com ela quando estava deitada na cama
assistindo TV. Ele teria passado as mãos no corpo da criança e depois tirou as
roupas no escuro e a obrigou passar as mãos em sua genitália e ainda passou o
órgão genital na menina, entre outros atos libidinosos. Em outro momento,
quando o tio levava a criança até a casa da avó, ele pediu a menor para colocar
as mãos dentro de sua bermuda.
Com base no relato da vítima e
demais elementos informativos colhidos na fase investigatória, também foi feita
representação pela decretação de medida cautelar restritiva da liberdade de locomoção do
acusado. O Ministério Público deu parecer favorável pela decretação da prisão,
sendo o mandado de prisão preventiva deferido pelo Poder Judiciário.
"O episódio demonstra que a
atuação de forma integrada e cooperativa dos órgão de persecução penal do
Estado tem resultados satisfatório na resposta a sociedade dos eventos que, em
tese, se amoldam a condutas criminosas", disse.
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