| A Operação foi comandada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Diretoria de Inteligência (DI) |
A Polícia Civil cumpriu, na tarde
desta segunda-feira (1º), 16 mandados de prisão preventiva contra integrantes de uma facção criminosa
investigada na segunda fase da operação "Red Money", deflagrada pela Gerência
de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Diretoria de Inteligência (DI).
Na ação, os policiais também
atuaram no bloqueio de 10 contas bancárias, com saldo de R$ 116 mil; 19
imóveis, avaliados em R$ 2,5 milhões; e a interdição das atividades de quatro
empresas.
São elas: T. E. S. Transportes;
Lava Jato 3 Irmãos; empresa individual Rosilene da Silva Bispo Eirelle; e LK
Guinchos.
Todas as ordens judiciais foram
determinadas pelo juiz Marcos Faleiros, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, em
desdobramento do inquérito policial da primeira fase da operação, realizada
em 8 de agosto passado.
A “Red Money” apura um esquema de
lavagem de dinheiro e movimentação financeira por parte de uma facção
criminosa, com a utilização de empresas de fachada, contas bancárias de
terceiros, parentes de presos, entre outros.
Dos 16 mandados de prisão
expedidos na segunda-feira, 14 foram cumpridos dentro de presídios do Estado,
em razão dos os alvos já serem condenados pela Justiça. Foram 11 mandados em
Cuiabá, dois em Tangará da Serra e um em Água Boa.
De acordo com a Polícia Civil,
uma das acusadas é a mulher do presidiário Leicemir Baconepa de Lara. Ela era
usada como uma espécie de “secretária” da facção, que movimentou
aproximadamente R$ 2 milhões, no período investigado.
A mulher de Ulisses Batista da
Silva, outro preso, também recebeu em contas bancárias cerca de R$ 1,5 milhão,
no período de1 ano e 6 meses.
De acordo com o delegado titular
da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), Diogo Santana de Souza, pelo menos 115 pessoas
serão processadas até o fim do inquérito, no próximo dia 11 de outubro.
| Credito:RepórterMT/PJC |
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