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| Foto de passaporte de Siti Aisyah, 25 |
Uma mulher indonésia detida pelo
suposto envolvimento na morte do meio-irmão do líder norte-coreano Kim Jong-un
afirmou ter sido levada a acreditar que estava participando de uma pegadinha de
TV, segundo o chefe da polícia da Indonésia,Tito Karnavian.
Kim Jong-nam foi morto no início
desta semana no aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia.
Segundo Tito Karnavian, a
indonésia Siti Aisyah, 25, e outra mulher eram pagas para participar de
pegadinhas. Uma delas consistia em convencer homens a fechar os olhos e então
aspergir águas neles.
"Essa ação foi feita três ou
quatro vezes, e elas receberam alguns dólares por isso. Com o último alvo, Kim
Jong-nam, supostamente havia materiais perigosos no spray", disse
Karnavian em declarações citadas pelo jornal "The Guardian".
"Ela não sabia que havia uma
tentativa de assassinato por supostos agentes estrangeiros", acrescentou.
Outra suspeita detida é Doan Thi
Huong, 28, identificado como vietnamita.
A família de Siti afirmou ter
ficado chocada ao ficar sabendo de seu envolvimento no caso, descrevendo-a como
uma mãe batalhadora que havia viajado para a Malásia para trabalhar.
Ela era originária de Tambora,
uma favela em Jacarta.
"Não posso acreditar nessas
notícias. As origens dela são muito simples", disse o líder comunitário R.
Yusri à agência Reuters.
O namorado de Siti, de 26 anos,
também foi detido. A polícia busca outros possíveis cúmplices. (Com agências
internacionais)
Do UOL, em São Paulo

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